VIAJE PELA TRILHA DO EVANGELHO EM ISRAEL

Publicado: 23 de janeiro de 2013 em CULTURAL, Evangelismo

Na Trilha do Evangelho

G

A Trilha do Evangelho oferece aos peregrinos e turistas, individuais ou grupos, a oportunidade de descobrir o berço do cristianismo vivenciando – tanto física quanto espiritualmente – as mesmas paisagens bíblicas e os locais da Galiléia, onde Jesus e seus discípulos, uma vez passaram. A Trilha do Evangelho incorpora mais de 60 Km de trilhas especialmente sinalizadas e estradas que podem ser percorridas a pé, de bicicleta e/ou carro, ou até navegando pelo Mar da Galileia.

 CAMINHOS DO EVANGELHO - 2

”Deixando Nazaré, ele veio e viveu em Cafarnaum,

que estava à beira do lago da região de Zebulon e Naftali

— para cumprir o que foi dito pelo profeta Isaiah….”

Mateus 4:13-14


O Ministério do Turismo de Israel tem orgulho de anunciar a
criação da Trilha do Evangelho, um itinerário cultural único, que
conecta os lugares sagrados e históricos  da Galileia associados
com a vida e o ministério de Jesus, em uma rota integrada que
permite ao visitante e ao peregrino, ao caminhante e ao ciclista
da montanha. É a oportunidade de apreciar não só a natureza e a
geografia de Israel moderna, mas a experiência da paisagem real
da narrativa do Evangelho, seguindo o caminho de Jesus como
ele andou, de Nazaré, a cidade de sua infância e juventude, até
Cafarnaum, nas margens do mar da Galileia, onde começou o seu
ministério e chamou a si os seus discípulos
(Mateus 4:18; 21).

CAMINHOS DO EVANGELHO - 3

A Trilha do Evangelho começa no Monte da Precipitação,
na periferia sul da Nazaré e segue o que seria então o
itinerário mais direto, levando através de colinas de calcário
e vales férteis, e passando cidades antigas e modernas aldeias,
até ao lugar da antiga Cafarnaum, nas margens do lago Kinneret
(o Mar da Galiléia).  A rota incorpora trilhas estabelecidas e
caminhos que têm sido viajados desde a antiguidade por pastores
e agricultores; comerciantes e peregrinos; exércitos, reis e profetas.
Para o visitante moderno, é um passeio na história bíblica e na fé.

O Monte Devorah (que deve o seu nome à profetisa Deborah) e
nas suas proximidades, o Monte Tabor, em forma de monte de feno
(ambos atravessando o vale, a leste de Nazaré) lembram como
Barak derrotou os cananeus (Juízes 5:2-31). O cume do Monte Tabor
é identificado, na tradição cristã, como o lugar da “Transfiguração”
(Marcos 9:2-9).

CAMINHOS DO EVANGELHO - 4

A partir de Kibbutz Lavi, a Trilha de Jesus segue pela rota
norte de uma antiga estrada romana, passando por pomares
e campos cultivados, antes de alcançar o planalto rochoso do
extinto vulcão Karnei Hattin (os “Cornos de Hattin”), onde em
1187, as forças muçulmanas de Salah-a-Din (Saladino) derrotaram
os exércitos do Reino dos Cruzados. Ali perto encontra-se o Santuário
druso de Nabi Shuaib, túmulo do profeta Jetro (sogro de Moisés).

CAMINHOS DO EVANGELHO - 5

As falésias de Monte Arbel, com 380 metros de altitude,
contemplando o Mar da Galileia, são hoje utilizadas como
base de jumping  por entusiastas deste esporte radical
(literalmente um “mergulho na história”):  Flávio Josefo
conta-nos que durante o período do Segundo Templo as
cavernas das falésias   foram usadas duas vezes, como
posições defensivas, pelas forças judaicas, durante revoltas
contra Roma.
Ao longo da costa noroeste do mar da Galileia há quatro
lugares diretamente relacionados com o ministério de Jesus:
Migdal/Magdala, um importante porto comercial e centro de
pesca do século I, que é identificado nos evangelhos como a
terra de Maria Madalena (Lucas 8:2); Tabgha por tradição o
sítio da “alimentação dos cinco mil” (Marcos 15:32-38); o
Monte das Bem-aventuranças (Mateus 5-7); e Cafarnaum,
a cidade de Jesus, “sua cidade” (Mateus 9:1).

CAMINHOS DO EVANGELHO - 6

Flora

Na Primavera, as colinas da Galileia são um festival de cores,
quando as flores silvestres (os “lírios” do campo, referidos em
Mateus 6:28 e Lucas 12:27) explodem nas suas florescências:
íris, anêmonas, estevas, esporas, calicotoma espinhosa, narcisos
e mostarda selvagem (muitas vezes referido por Jesus como
uma metáfora para a fé: Mateus 13:31). E, naturalmente, as
amendoeiras selvagens que anunciam a primavera, estão em flor.

Curiosamente, o açafrão, (possivelmente a “Rosa de Saron”
mencionada no Cântico dos Cânticos 2:1), que na maior parte do
mundo é a primeira flor da primavera, floresce aqui em novembro,
após as primeiras chuvas. As árvores de fruto incluem a alfarroba
com suas vagens de sementes comestíveis (possivelmente os
“gafanhotos” de Lucas 15:16); a azeitona; e o figo (Marcos 13:28).

Embora grande parte das áreas de deserto da Galileia sejam maquis
(mato baixo e arbustos), foram recriadas zonas florestais importantes
em resultado dos esforços de reflorestamento nos últimos 100 anos.
Merece uma menção especial, na Trilha do Evangelho, a reserva
florestal de carvalhos do Monte Keshet. Abrangendo cerca de 6.000 hectares.

CAMINHOS DO EVANGELHO - 7

Fauna

O caminhante atento pode observar uma variedade de

espécies de aves e animais selvagens que seriam familiares

a Jesus. Assim como as flores selvagens, ele serviu-se deles

como exemplos em suas parábolas: raposas e pássaros (Lucas 9:58);

corvos (Lucas 12:24); pombos (Mateus 3:16) e até mesmo o

humilde pardal (Mateus 10:29, 31; Lucas 12:6-7). A posição de Israel

em uma rota de migração de aves da Europa e da Ásia Ocidental para

a África é parcialmente responsável pelo grande número de espécies

neste país.

O rouxinol do Oriente e aves canoras como a fuinha dos juncos e as

cristas constroem aqui os seus ninhos durante todo o ano; pintarroxos

e toutinegras vêm passar o inverno no sul; e duas vezes por ano, na

primavera e no outono, podem testemunhar-se as migrações das

cegonhas brancas e de aves de rapina (Mateus 24:28), cujas rotas

de voo passam sobre a Galileia ocidental ao longo do vale do

Jordão (parte do grande vale do Rift).

Gazelas, hiraxes-das-rochas, ouriços, porcos-espinhos,

tartarugas, lagartos e outros répteis são vistos frequentemente,

embora à distância; e ouvem-se muitas vezes os uivos de chacais

dourados, mesmo que não possam ser vistos. Raposas, texugos

e javalis são observados menos frequentemente, pois tendem

a ser noturnos nas suas movimentações . Também há relatos

ocasionais da presença de lobos (João 10:12).

CAMINHOS DO EVANGELHO - 8

A trilha do evangelho inclui um número de segmentos que são

especialmente adaptados para as necessidades daqueles

que necessitam de percursos curtos, ou o uso de cadeiras

de rodas ou carrinhos de criança.

Monte da Precipitação / Da área de estacionamento para o

cume da montanha (300 metros)

Floresta de Beit Keshet  /Estacionamento de Beit Haya’aran (0,5 – 2 km.)

Passeio de Tabgha – Cafarnaum (3 km).

A Trilha também é acessível aos ciclistas, mas a descida

de Cornos de Hattin com passagem de Nabi Shuaib é difícil

e só deve ser tentada por ciclistas de montanha experientes.

Duas seções estão fechadas para ciclistas:  a descida do

cume do Monte da Precipitação (os ciclistas retomam o itinerário

num ponto mais baixo da colina); e a trilha alternativa de descida

frente às falésias de  Monte Arbel).

O MAPA DA TRILHA:

CAMINHOS DO EVANGELHO - 10

fonte:

https://www.facebook.com/EspiritoDaTerraSanta?sk=app_106878476015645&app_data=page-1

Assista ao vídeo:

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s