NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS… UM RELÓGIO!

Publicado: 15 de janeiro de 2013 em CULTURAL, Evangelismo, Mensagem Pessoal, Passatempos, Saúde e bem-estar

Certo relojoeiro, tinha um amigo que sempre afirmava que Deus era apenas uma invenção dos homens de fé ou dos supersticiosos. Para ele, o universo foi apenas fruto do acaso caótico iniciado no “Big-bang”. Acreditar em um Deus Criador de todas as coisas, era para os ignorantes e iletrados, ou mesmo, para os fanáticos e loucos!

Um dia, aquele relojoeiro passou a se dedicar a um projeto novo. A construção de um complexo e preciso relógio mecânico! Ele esmerou-se em fazer os desenhos daquela que seria a sua obra prima. Passou dias e noite fazendo os cálculos das circunferências, e da quantidade de dentes necessários para cada uma das muitas rodas dentadas daquela complexa engrenagem. Cada peça precisava ter a dimensão e o peso devidamente determinados em seus complexos cálculos matemáticos. O mecanismo deveria ser trigonometricamente exato e perfeito fisicamente. Todos os seus conhecimentos de mecânica, desenho geométrico, engenharia de materiais, metalurgia, química, e é claro, relojoaria, seriam utilizados e aplicados com esmero e perfeição no projeto daquele mecanismo inovador.

Os metais, matéria prima das peças, parafusos, eixos e molas, deveriam ter a melhor qualidade e pureza, para que, uma vez fundidos, polidos, torneados, limados, encaixados, apertados e estimulados pelas molas de aço, com a força e pressão, precisamente estabelecidos através dos seus cálculos, apresentassem por fim, um funcionamento tão perfeito, que durante todos os dias, quando aquele relógio marcasse a hora do meio-dia, o sol sempre estaria exatamente em seu zênite. Estando precisamente na metade de seu caminho diário sobre o planeta terra.

O relojoeiro trabalhou com dedicação naquele projeto, e se dedicou por dias a fio a consecução daquela maravilha de precisão mecânica, que buscava imitar os astros celestes em sua gravitação universal com um estilo e perfeição nunca antes vistos.

Só depois de muito tempo, havendo ele, encomendado as peças necessárias e em conformidade com as especificações estabelecidas por ele, para aquele relógio único no mundo, segundo o rigor de seus cálculos matemáticos precisos e revisados diversas e diversas vezes, ele então, começou a montar o mecanismo, servindo-se de sua ampla experiência, fruto dos  muitos e muitos anos de dedicação diária em sua profissão e tudo quanto aprendera com o seu pai, que um dia também foi um grande relojoeiro.

Finalmente, após haver montado, ajustado e verificado cada peça que atuaria nas diversas etapas do processo sistemático de medição do tempo celeste, o relojoeiro expôs em sua loja aquele belíssimo equipamento mecânico de precisão comprovada para a admiração e satisfação de todos que ali entravam.

Um dia, aquele seu amigo, que sempre falava sobre a invenção humana mais antiga da história, ou seja, a criação imaginária de um Deus Criador, entrou pela porta principal da relojoaria, e após cumprimentar o velho relojoeiro, passou a admirar vivamente as qualidades explícitas daquele maravilhoso mecanismo, cuja existência agora, havia já sido noticiada pela imprensa e era alvo de muitos e admirados comentários na mídia.

Felicitou então, o amigo relojoeiro por este haver concebido e produzido tal maravilha. Por tal expressão do engenho humano e da prática dedicada a uma meta tão relevante para o mundo das invenções cientificamente úteis, era mais do que merecido todo o reconhecimento da sociedade.

O velho relojoeiro, agradeceu as felicitações recebidas do seu amigo de tanto tempo, mas inesperadamente, desconcertou o amigo ao dizer-lhe: “Não me parabenize por coisa alguma, pois o mérito não é meu!” “Como não”, dizia-lhe o amigo, “se foi você quem se dedicou a produzir esta maravilha?” O relojoeiro, no entanto, o desconcertou ainda mais, ao afirmar: “O mérito é unicamente do próprio relógio, pois foi ele mesmo, quem ao acaso, e sem nenhuma interferência minha, concebeu a si mesmo, e a si mesmo se projetou. Ele fez os próprios cálculos e se auto-construiu, com tamanha perícia e precisão matemática, que o resultado não podia ser diferente do que estamos contemplando com nossos próprios olhos e sentidos”.

Ora, o amigo do relojoeiro, aogra de olhos arregalados, e com certa indignação, passou a censurar o relojoeiro por querer fazê-lo acreditar em uma loucura daquela! Apesar do amigo parecer muito sincero em suas afirmações. Pois, afirmava ele que jamais, jamais aquele mecanismo estaria ali como fruto do acaso e das circunstâncias, e ainda pior, sem a intervenção direta do relojoeiro!

Então, o velho relojoeiro, calmamente lhe disse: “Porque você está tão indignado com o fato de que lhe afirme, que este relógio seja fruto do acaso e de seu próprio engenho e de sua própria auto-construção?” Veja, ele não é mas complexo do que o movimento dos planetas no sistema solar. Seu mecanismo, na verdade, como bem podemos perceber e constatar, é infinitamente mais simples e primário, do que qualquer aspecto da mecânica celeste. Ele não tem um funcionamento tão complexo quanto o das galáxias infinitas, com seus sóis incontáveis e planetas. Não é como a a maravilha do nascimento das estrelas, em incontáveis ninhos de nebulosas que vagam a milhares e milhares de anos luz pelo espaço infinito. E o que dizer, ao compara-lo com a concepção de uma única criança no ventre de sua mãe, e o complexo desenvolvimento da mesma até o dia de seu nascimento? Ou ainda, o que é este relógio se comparado com a beleza e complexidade de um simples átomo? Não diz você que tudo isto é fruto do mero e caótico acaso? O que é este simples e tosco mecanismo diante do maravilhoso movimento da gravitação universal presente nos incontáveis corpos celestes que permeiam o infinito espaço sideral? Acaso, não afirma você que todas estas coisas a si mesmas se formaram sem o concursos e a intervenção de um Deus Criador? Se assim é, conforme o que você tem me dito em todos este anos, porque então este tosco mecanismo não poderia ter criado a si mesmo?

O amigo do velho relojoeiro, então levantou os olhos, como que tocado por um raio de luz invisível aos sentidos humanos, que parecia ter entrado pela vidraça translúcida da janela da relojoaria, e aquela hora, em que já as primeiras estrelas surgiam fulgurantes na imensidão da abóbada celeste, ele contemplou a face do Deus Criador de todas as coisas, que parecia sorrir-lhe no brilho iluminado de cada raio de luz celeste, que vinham banhar mansamente as íris de seus olhos e da razão, que durante tanto anos haviam estado cegos.

“No princípio criou Deus os Céus e a Terra” (Gênesis 1.1).

“Porque Dele, e por Ele, para Ele são todas as coisas. A Ele a Glória!”

Por Edimilson Marinho

(Salmos 8:1) – Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!
(Salmos 8:2) – Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador.
(Salmos 8:3) – Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
(Salmos 8:4) – Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?
(Salmos 8:5) – Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.
(Salmos 8:6) – Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés:
(Salmos 8:7) – Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo,
(Salmos 8:8) – As aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares.
(Salmos 8:9) – Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!

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